Blog do Heu

31 dezembro, 2009

Vingança Entre Assassinos / The Tournament

Vingança Entre Assassinos / The Tournament

A cada sete anos, uma cidade aleatória é escolhida para sediar um torneio entre os melhores assassinos profissionais do mundo. Só um sobreviverá, e ganhará o premio de dez milhões de dólares.

A ideia é muito boa. Fiquei imaginando um seriado explorando melhor cada competidor. Ou mais filmes, mostrando outras edições do torneio – imaginem um torneio destes no sec XIX?

Pena que este filme não conseguiu explorar tão bem a ideia. Alguns personagens poderiam ser melhor construídos, como o enlouquecido Miles Slade, de Ian Sommerhalder (o Boone de Lost), que ficou parecendo uma imitação do Comediante de Watchmen.

O elenco tem alguns nomes famosos. Os principais são Robert Carlyle, Ving Rhames e Kelly Hu. De quebra, além de Sommerhalder, também temos Sebastien Foucan, um dos criadores do parkour (e que também esteve em 007 – Cassino Royale), com um visual parecido com o Blade de Wesley Snipes – mais ou menos como se o Blade fizesse parkour.

Mesmo assim, Vingança Entre Assassinos não decepcionará os fãs de filmes de ação. Boas brigas coreografadas, bons tiroteios, boas explosões, boas perseguições de carro, tudo está lá, com a dose de mentira e de exagero necessários para o estilo.

30 dezembro, 2009

As Sete Vampiras

As Sete Vampiras

Outro dia falei aqui do filme novo do Ivan Cardoso, “Um Lobisomem na Amazônia“. E ontem descobri que tinha uma sessão de “As Sete Vampiras”, lançado originalmente em 1986, num festival de horror no CCBB. Aproveitei que estou de recesso no trabalho e fui rever o clássico do terrir num cinema!

A história é uma bobagem deliciosa. A trama envolve uma planta carnívora importada da África, vampiros, anos 50 e misteriosos assassinatos em série. E muitos clichês de filmes de terror, aqui nada é para se levar a sério.

Rola MUITA nudez gratuita! Quase todas as atrizes tiram a roupa. Aliás, na época era fácil encontrar quase todas elas nuas nas páginas da revista Playboy. Temos Nicole Puzzi, Lucélia Santos, Simone Carvalho, Susana Matos, Andréa Beltrão, Danielle Daumerie, Dedina Bernardeli, Tania Boscoli, e mais algumas anônimas (seria a Alice de Carli peladona com a toalha numa das primeiras cenas, no vestiário da academia de dança?) – todas elas “generosas” com o público masculino. E, importante: Zezé Macedo não tira a roupa! ;-)

(Aliás, falando em nudez gratuita, é irônico ver o Pedro Cardoso bisbilhotando Lucélia Santos nua. E aquele manifesto contra a nudez?)

O resto do elenco ainda conta com um monte de nomes interessantes, como Nuno Leal Maia, Leo Jaime, Wilson Grey, John Herbert, Ivon Cury, Pedro Cardoso, Carlo Mossy e um impagável Colé Santana como o atrapalhado inspetor Pacheco.

Foi muito legal rever o número musical com o Leo Jaime (ainda magro) cantando a música As Sete Vampiras. Não reconheci todos os músicos da banda, mas dá pra ver Sergio Serra, que depois foi para o Ultraje a Rigor, na guitarra. E temos os quatro “miquinhos” do João Penca fazendo uma coreografia gaiata: Selvagem Big Abreu, Bob Gallo, Leandro (na época que encarnava o “guitarrista mascarado”) e Avellar Love.

Outra coisa: para mim, particularmente, este filme marcou muito. Boa parte foi filmada dentro do Hotel Quitandinha, em Petrópolis. Quando heu tinha oito anos de idade, morei por seis meses neste hotel. É muito legal reconhecer as locações!

Este é um dos melhores filmes de “terrir” da história. Ivan Cardoso foi o criador desta palavra, que significaria uma mistura entre comédia e terror. E, claro, muito trash!

29 dezembro, 2009

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

Rebecca Bloomwood é uma jovem jornalista que tem um defeito grave: não consegue viver sem gastar mais do que ganha em futilidades.

Dirigido por P. J. Hogan (das comédias românticas O Casamento de Muriel e O Casamento do Meu Melhor Amigo), Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é um filme leve, bobinho, comédia romântica para ver ao lado da namorada. Só isso, está longe de ser um filme bom.

Acho que o pior problema do filme é a sua protagonista. Rebecca é fútil e mentirosa. Ela se mete em um monte de problemas por causa da suposta “doença” citada no título original (Confessions of a Shopaholic), que menciona o tal “vício em comprar”. Aliás, as cenas que mostram um grupo de ajuda no estilo dos Alcoólicos Anônimos, só que para os viciados em comprar, são patéticas e ridículas.

E ainda tem as mentiras. Precisa mentir daquele jeito tão escrachado, principalmente para o chefe e provável futuro par romântico?

Tem outra coisa, mas aí é a minha opinião. Há muito tempo heu não via roupas tão feias! Se bobear, aqui tem mais roupas feias do que em Sex And The City! Taí, em ambos os filmes, o gosto (ou falta de) para roupas é semelhante – as roupas são horrorosas!

Ah, sim, também rola a pervisibilidade. Desde o início já conseguimos antever tudo o que vai acontecer nas próximas cenas. Mas isso já era esperado, pelo menos por mim. Uma comédia romântica sempre será previsível, isso não a torna ruim.

No elenco, todos estão meio caricatos, mas acho que é de propósito. Isla Fisher interpreta o papel título, num elenco que ainda conta com Hugh Dancy, Krysten Ritter, Leslie Bibb, Joan Cusack, John Goodman e Kristin Scott Thomas. E, infelizmente, um John Lithgow completamente desperdiçado…

Enfim, se visto com o cérebro de lado, pode funcionar, pelo menos se você estiver com uma companhia feminina. A minha companhia feminina gostou. ;-)

28 dezembro, 2009

Bandidos do Tempo

Bandidos do Tempo

Com a proximidade da estreia do Imaginário do Dr. Parnassus, resolvi rever alguns filmes viajantes do Terry Gilliam: As Aventuras do Barão Munchausen e este Bandidos do Tempo, que nunca foi lançado por aqui em dvd. Heu até tenho o vhs original, mas como não tenho mais videocassete, encomendei um dvd gringo pela internet. Quando chegou, coloquei no dvd player, e descobri que não existe a opção de ver com legendas! Poxa, heu esperava pelo menos legendas em inglês! Resultado: baixei o filme e assisti em formato avi… Depois reclamam da pirataria!

Bandidos do Tempo tem uma premissa genial: como Deus criou o mundo em apenas seis dias, ficaram espalhadas várias falhas, vários buracos. Seis anões, que ajudaram na criação do mundo, roubam o mapa onde estão esses buracos, e saem viajando pelo tempo roubando coisas. No caminho, caem dentro do quarto de Kevin, um garoto inglês de 11 anos, que, meio sem querer, acaba se juntando ao grupo.

A premissa é genial e o filme é muito divertido. Afinal, não é todo dia que viajamos pelo mundo e encontramos Napoleão, Robin Hood e o rei Agamemnon, e ainda viajamos no Titanic, isso tudo antes de entrar na “era das lendas”, onde gigantes usam navios como chapéus e “O Mal” em pessoa vive na sua Fortaleza das Trevas.

Os principais nomes do elenco – o garoto e os anões – não são muito conhecidos. Este foi o filme de estreia de Craig Warnock, que faz Kevin, o garoto. E Warnock nunca mais fez nada digno de nota. Entre os anões, heu só reconheci dois: Kenny Baker (que estava dentro do robô R2-D2, dos filmes clássicos da saga Guerra nas Estrelas) e Jack Purvis (que era um dos amigos do Barão Munchausen). Os outros anões são David Rappaport, Malcolm Dixon, Tiny Ross e Michael Edmonds.

Por outro lado, nos papéis secundários tem um monte de atores legais! Sean Connery é Agamemnon; John Cleese é Robin Hood; Ian Holm é Napoleão. Michael Palin e Shelley Duvall aparecem em duas breves cenas, David Warner é “O Mal”, e Ralph Richardson, o “Ser Supremo”. E ainda temos Peter Vaughan, Katherine Helmond, Charles McKeown e Jim Broadbent.

Como todos aqui sabem (ou deveriam saber), Terry Gilliam fazia parte do grupo Monty Python. Aqui temos outros dois ex-Pythons no elenco, John Cleese e Michael Palin. E, de quebra, o roteiro foi escrito por Gilliam e Palin. Não sei se existe outro filme tão “Pythoniano” como este, fora os feitos pelos seis juntos!

(Yellowbeard – O Pirata da Barba Amarela, também tinha três ex-Pythons: foi escrito por Graham Chapman e no elenco contava com Chapman, Eric Idle e John Cleese. Mas o diretor, Mel Damski, não era ex-Python!)

Enfim, Bandidos do Tempo é um filme divertidíssimo. Ok, concordo, é um pouco maluco também, mas mesmo assim, continua divertdíssimo!

Como curiosidade final: Bandidos do Tempo teve dois nomes diferentes no Brasil, afinal, quando passou nos cinemas, foi lançado como Os Aventureiros do Tempo!

27 dezembro, 2009

Amnésia

Amnésia

Este é um filme singular: se passa de trás para frente!

Por causa de um trauma, Leonard tem um problema na memória e não consegue se lembrar de nada recente. Assim, ele faz uso de anotações e tatuagens para tudo, enquanto procura o homem que matou sua mulher.

Me lembro que, em 2001, na época do lançamento brasileiro de Amnésia, heu tinha achado o filme estranho demais, e saí do cinema sem saber se tinha gostado ou não. E tive a mesma sensação ao rever o filme em dvd agora, oito anos depois. Será que Amnésia é bom?

Bem, se é bom ou não, isso fica a critério de cada um. Mas pelo menos vale como experiência cinematográfica, isso com certeza!

Amnésia (Memento no original) foi dirigido por Christopher Nolan, hoje diretor de blockbusters, badalado pelos dois novos filmes do Batman. Acredito que ele hoje seja mainstream demais para experiências estéticas como essa.

Guy Pearce encabeça o elenco como o homem sem memória. Carrie-Anne Moss (famosa na época por causa do sucesso de Matrix), Joe Pantoliano, Stephen Tobolowsky, Jorja Fox e Callum Keith Rennie completam o elenco.

O dvd tem um extra interessante: existe uma opção “para aqueles com amnésia”, que deixa o filme na ordem “certa”!

26 dezembro, 2009

Avatar

Avatar

Alguns filmes viram marcos na história do cinema por causa da sua revolução nos efeitos especiais. Foi assim em 1969 com “2001″, em 77 com “Guerra nas Estrelas” e em 93 com “Parque dos Dinossauros”.  E agora, em 2009, com Avatar.

Um mineral valiosísimo é encontrado num planeta distante, Pandora. Só que o ar de Pandora é venenoso para os humanos. A solução encontrada é a criação de avatares, seres híbridos entre humanos e Na’vi, o povo nativo, controlados à distância por humanos.

A história não é nada original, algumas partes da trama chegam a ser bem previsíveis, aliás. Mas a forma como está história foi contada, ah, isso sim é novo!

Hoje em dia, efeitos criados por computação gráfica não são mais novidade. Mas acredito que até agora nada deste porte tinha sido feito: foi criado todo um novo planeta, com nova fauna e nova flora. Isso sem contar com os gigantes azuis Na’vi. E, em momento nenhum, temos a impressão de que são efeitos. É tudo muito real!

James Cameron era um eficiente diretor de filmes de ação nos anos 80 e 90, até “True Lies”, de 93. Depois disso, ele fez só dois filmes, justamente dois dos projetos mais megalomaníacos da história do cinema: este “Avatar” e “Titanic”, de 97. Lembro da época que “Titanic” estava sendo feito. Todos em Hollywood falavam do provável fracasso do filme, que tinha estourado todos os limites de prazo e de orçamento. E o que aconteceu depois, todos sabem: Cameron calou a boca dos críticos conseguindo a maior bilheteria da história até então. E de quebra ainda ganhou 11 Oscars, incluindo melhor filme e melhor diretor, igualando o recorde de “Ben-Hur”.

Com “Avatar”, rolava uma certa ansiedade, já que ele anunciara que tinha esperado por anos até a tecnologia necessária ser criada, para então fazer o seu filme. Claro, isso cria uma grande expectativa. Mas podemos dizer que funcionou: “Avatar” é realmente de encher os olhos!

Parte da animação por computador foi feita através de um sistema de captura de movimentos do ator. Sendo assim, alguns nomes do elenco não aparecem na tela, mas os atores foram essenciais para a construção daquilo, como Zoe Saldana (do último “Star Trek“), CCH Pounder e Wes Studi. Outros atores, como o protagonista Sam Worthington e Sigourney Weaver (que já tinha trabalhado com Cameron em “Aliens, O Resgate”), aparecem nas duas versões: tanto humanos quanto Na’vis. Também no elenco, Michelle Rodriguez, Stephen Lang, Giovanni Ribisi e Joel Moore.

Enfim, disse lá em cima e repito: “Avatar” é um grande filme, que será lembrado como um marco na história dos efeitos especiais. Para ser visto no cinema, de preferência em 3D!

24 dezembro, 2009

Santa’s Slay

Santa’s Slay

É Natal! Então, nada como ver um filme natalino!

Neste bizarro filme de terror, Papai Noel é um demônio que perdeu uma aposta, e por isso tem que passar mil anos distribuindo presentes para as crianças. Findo o prazo de mil anos, agora ele quer vingança!

Bill Goldberg, ex campeão de luta-livre, é o grande nome do filme, fazendo um Papai Noel com cara delutador de telecatch!

No elenco principal, o único nome famoso é Emilie de Ravin, a Claire de Lost. Curiosamente, a cena inicial, um breve prólogo, tem uma família composta por James Caan (não creditado), Fran Drescher (do seriado The Nanny), Chris Kattan e Rebecca Gayheart.

O filme é irresistível! Apesar da cara de sessão da tarde, não sei se um filme com tantas mortes bizarras passaria na tv no horário vespertino…

Santa’s Slay é uma grande bobagem, com um roteiro cheio de furos. Mesmo assim, é divertidíssimo!

23 dezembro, 2009

Efeito Borboleta 2

Efeito Borboleta 2

Bem que me avisaram que esta continuação era bem mais fraca que o primeiro filme. Mas gosto do Efeito Borboleta original, e me emprestaram o dvd desta continuação, aí resolvi arriscar.

Depois de sofrer um grave acidente onde morreram sua namorada (Erica Durance) e um casal de amigos, Nick (Eric Lively) descobre que consegue voltar no tempo para consertar algumas coisas que deram errado.  Mas o problema é que, quando algumas coisas são alteradas, nem sempre tudo acontece como era para acontecer.

Segundo a teoria do caos, “o bater das asas de uma borboleta num extremo do globo terrestre pode provocar uma tormenta no outro extremo no intervalo de tempo de semanas” (tirado da wikipedia). Ou seja, ao alterar um aspecto de apenas uma coisa no passado, isso pode acarretar outra coisa completamente diferente do objetivo pretentido. O primeiro filme se baseia nisso, e seu roteiro tem alguns “buracos” propositais, que são explicados depois, de maneiras cada vez mais surpreendentes.

Isso é que o torna um filme interessante. Aqui, nesta continuação, nada disso acontece. O filme não é ruim, mas é muito mais fraco que o primeiro…

Fiquei com vontade de rever o primeiro filme. Sorte que tenho o dvd em casa!

22 dezembro, 2009

Bitch Slap

Bitch Slap

Quando surgiu a divulgação deste Bitch Slap, já virei fã logo de cara. Três mulheres gostosas, com cara de bad girls, de peitos grandes escondidos por enormes decotes, saindo de um carro, em câmera lenta. Digo mais: elas brigam entre si, rolam tiros e explosões, e até um lesbianismo leve. Precisa de mais?

A história mostra as três bad girls no deserto, e, através de divertidos flashbacks, conhecemos a história de cada uma delas e entendemos o que elas estão fazendo lá.

Sim, é tudo muito caricato. Mas será que alguém achava que esse seria um filme sério? Claro que não! Ou seja, aqui é tudo muito engraçado!

As três meninas estão caricatas, como o filme pede, cada uma no estilo que de sua personagem. Julia Voth como a frágil stripper Trixie; Erin Cummings como a líder Hel; e America Olivo (Sexta Feira 13 – 2009) como a exagerada Camero. Bem, talvez America Olivo pudesse estar um pouco menos exagerada, mas mesmo assim, é coerente com o resto do filme. Como crítica está o fato de que nenhuma das três tira a roupa durante o filme!

O elenco ainda traz algumas surpresas, como participações especiais de Kevin Sorbo e Lucy Lawless – o Hércules e a Xena dos seriados de tv; e ainda uma ponta de Zoe Bell, uma das atrizes principais de À Prova de Morte, do Tarantino.

Aliás, falando em caricato e exagerado, algumas das cenas são descaradamente em estúdio com um fundo em chroma-key por trás. E os efeitos especiais são tosquérrimos! Claro, aqui, tudo funciona!

E, falando em tosqueiras, os créditos iniciais e finais são com imagens vintage de mulheres rebolando. Genial!

Achei o fim um pouco forçado – aquilo nunca aconteceria num filme sério. Mas não estamos falando de um filme sério, não?

21 dezembro, 2009

Californication – Terceira Temporada

Californication – Terceira Temporada

Californication conta a história do escritor Hank Moody (David Duchovny), inteligente, mulherengo e com um grande talento para se meter em polêmicas. Aliás, às vezes fico impressionado com a capacidade de Hank de falar as coisas erradas nos momentos errados!

(Atenção: spoilers sobre as duas primeiras temporadas!)

Na primeira temporada, o grande objetivo de Hank era reconquistar sua ex, Karen (Natasha McElhone), mãe de sua filha adolescente Becca (Madeleine Martin). Ok, conseguiu isso, mas, e agora, o que fazer na segunda? Bem, um ótimo novo personagem apareceu na segunda temporada: Lew Ashby (Callum Keith Rennie, o Leoben de BSG), um produtor musical que vivia intensamente o trinômio sexo, drogas e rock’n'roll e procurava um biógrafo.

Algo tinha que ser pensado para a nova temporada. Hank Moody virou professor universitário! A princípio, achei que a ideia não teria fôlego, mas, ao fim do oitavo episódio – aquele onde Hank tem que enfrentar ao mesmo tempo todas as mulheres e todos os problemas – me rendi à terceira temporada!

Californication tem algumas vantagens sobre outras séries por aí. As temporadas são curtas, com doze episódios cada – assim, não fica cansativo. O bom humor, sempre presente, também funciona bem. E, last but not least, temos uma boa quantidade de belas atrizes, digamos, desinibidas… ;-)

Esta temporada, diferente das outras duas, terminou com um gancho para a próxima. Aguardemos para ver qual será a próxima “roubada” de Hank Moody!

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