Blog do Heu

21 novembro, 2011

Laid To Rest

Filed under: Jonathon Schaech,Lena Headey,Thomas Dekker — Helvecio @ 10:20 pm

Crítica – Laid To Rest

Outro dia apareceu no legendas.tv o slasher Chromeskull – Laid To Rest 2. Fui procurar pela internet, descobri que o tal Chromeskull é um novo vilão que tem uma legião de fãs por aí, e seus filmes são generosos no gore. Baixei então o primeiro filme, este Laid To Rest, de 2009, pra ver qualé.

Uma mulher acorda dentro de um caixão, sem se lembrar do próprio nome nem de como foi parar lá. Logo ela descobre que está sendo perseguida por um misterioso assassino que esconde o rosto atrás de uma brilhante máscara metálica.

Laid To Rest é aquilo que se espera de um slasher de baixo orçamento: muita violência, muito gore, algumas mortes graficamente interessantes – e só. Acho que hoje em dia não tem mais como se juntar “criatividade” e “slasher” no mesmo filme. Pelo menos o filme é competente no que se propõe, algumas das mortes não fariam feio diante de clássicos do gênero.

O filme tem um bom timing, não perde tempo com explicações e já começa acelerado. Por um lado isso é legal, não rola espaço pra enrolação. Mas por outro lado, heu não ia reclamar se explicassem alguma coisa sobre a história do Chromeskull – quem é esse cara, e por que ele faz isso? Espero que isso role na parte 2…

Sobre o elenco, rola uma coisa curiosa. A protagonista Bobbie Sue Luther foi coadjuvante na série Terminator – Sarah Connor Chronicles. E os dois atores principais da série, Lena Headey e Thomas Dekker, têm papeis aqui. Quer mais? Brian Austin Green, outro dos principais de TSCC, está na parte 2, Chromeskull – Laid To Rest 2! O diretor e roteirista Robert Hall trabalhou na maquiagem de TSCC, ele deve ter feitos alguns amigos por lá.

Em breve verei a parte 2, depois comento aqui.

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Se você gostou de Laid To Rest, o Blog do Heu recomenda o Top 10 de melhores filmes slasher.

2 abril, 2011

Game Of Thrones

Filed under: Feito para a TV,Lena Headey,Sean Bean — Helvecio @ 9:09 am

Crítica – Game Of Thrones

Nova super produção da HBO!

Trata-se de uma adaptação do livro homônimo de George R.R. Martin. Ambientada na Idade Média, nas míticas terras de Westeros,  Game Of Thrones conta a história de famílias que lutam pelo poder, em tramas cheias de intrigas políticas e sexuais.

Game Of Thrones tem um problema. A adaptação literária traz uma enorme quantidade de personagens. A longo prazo, isso pode ser interessante, mas, por agora, no episódio piloto, é muita gente a ser apresentada em aproximadamente uma hora. Quem não leu o livro (meu caso) fica um pouco perdido com a enxurrada de personagens. Mas nada que não se resolva ao longo de 10 capítulos.

O elenco não traz muitos nomes famosos. Acho que o único grande nome é Sean Bean, o Boromir de Senhor dos Anéis, e, talvez, Lena Headey, protagonista da série Terminator – Sarah Connor Chronicles. O resto é desconhecido, mas ninguém compromete.

A produção é impecável, aliás, como era de se esperar em uma produção na HBO. Assim como acontece normalmente com as séries da HBO (Roma, Band of Brothers), eles não economizam em “detalhes” como cenários e figurinos. O visual da série enche os olhos.

Outra característica da HBO está presente: Game Of Thrones tem muita violência e muita nudez. Não é recomendado para menores!

Já saíram os episódios 2 e 3 – heu que estou atrasado e ainda não vi. Ainda é cedo para imaginar o fim da série, mas podemos afirmar que começou bem!

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Se você gostou de Game Of Thrones, o Blog do Heu recomenda:
1066 – The Battle For Middle Earth
Spartacus: Blood and Sand
True Blood – Terceira Temporada

22 fevereiro, 2009

300

300_01

300

Todo mundo que me lê aqui sabe que heu não entendo nada de quadrinhos. Meu negócio é cinema. Se vou ver um filme baseado em quadrinhos, pouco me importa se a é uma boa adaptação – quero saber se o filme em si é bom! Bem, parece que de um tempo pra cá, Hollywood descobriu como se faz adaptações de quadrinhos: foram vários bons filmes oriundos de hqs.

Este 300 é um bom exemplo: é uma adaptação da graphic novel homônima de Frank Miller, e além disso é um filmaço! E dei uma folheada na graphic novel de onde saiu, e realmente parece que as páginas estão nas telas!

O filme conta a história de um exército de 300 espartanos que encarou um exército de cem mil persas. Não existem registros históricos pra sabermos o número exato, mas sabemos que foi por aí – poucos espartanos peitando muitos persas.

E o que diferencia esse filmes de tantos outros por aí? O diretor Zack Snider (que antes fez a refilmagem de Madrugada dos Mortos e este ano lançará Watchmen) criou um visual poucas vezes visto nas telas, com seus cenários digitais e cores alteradas, muito parecido com a graphic novel. E, o mais importante: as lutas coreografadas são em câmera lenta, com pausas em alguns golpes. Vemos tudo, com uma clareza nunca antes vista em filmes de ação. Partes de corpos decepadas, sangue, muito sangue, tá tudo lá, na cara do espectador!

No elenco, ao lado de Gerard Butler, Lena Headey e Dominic West, uma atração à parte para a plateia brasileira: quem interpreta Xerxes, o rei da Pérsia, é o “nosso” Rodrigo Santoro!

Na época que este filme foi lançado, teve gente dizendo que se tratava de um filme gay, pela quantidade de “homens seminus de barriga de tanquinho”. Que nada! Considero este um “filme testosterona”, na linha de Clube da Luta. Filme pra macho.

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