Blog do Heu

22 abril, 2011

Eu Sou o Número 4

Crítica – Eu Sou o Número 4

Depois de uma guerra no planeta Lorien, nove crianças conseguem fugir e se esconder na Terra. Aqui, separados, cada um vive sua vida, tentando se misturar aos humanos sem chamar a atenção. Eles se escondem dos Mogadorians, inimigos que pretendem eliminar todos, na ordem certa, e que já conseguiram assassinar os números Um, Dois e Três…

Ok, a história não é novidade. A gente já viu isso outras vezes. Podemos então analisar Eu Sou o Número 4 sob dois pontos de vista: ou é um bom filme de ação; ou é mais uma história igual a dezenas de outras.

A trama é realmente batida. Um alienígena está escondido na Terra, porque o seu planeta foi atacado por uma raça muito muito malvada. Aqui, enquanto ele vive todos os clichês de high school americana, os malvadões vêm atrás dele, que terá que desenvolver seus poderes para se defender.

É batido, mas é bem feito. Dirigido pelo competente D.J. Caruso (Controle Absoluto), o filme demora um pouco a engrenar, mas, quando engrena, vira um empolgante filme de ação, como não se vê todos os dias. Os efeitos especiais são excelentes, e o terço final do filme é de tirar o fôlego. Batalhas envolvendo monstros, super poderes e super explosões. Ah, se todos os filmes de super-herois tivessem essa adrenalina…

O elenco não traz muita gente conhecida. Timothy Oliphant (The Crazies – A Epidemia, A Trilha) e Kevin Durand (Lost, Legião) são coadjuvantes no filme estrelado por Alex Petyfer (Alex Rider Contra o Tempo) e Dianna Agron (Glee), que ainda conta com Teresa Palmer, Callan McAuliffe e Jake Abel. Ninguém se destaca, tampouco ninguém faz feio.

Eu Sou o Número 4 tem cara de ser “o início da série”. Não sei se vêm outros filmes, ou se vai virar série de tv, mas é clara a intenção de que a ideia é continuar a história. O fim do filme é aberto, outros personagens ainda vão entrar na trama.

Quem não curte o estilo vai ver primeiro os defeitos. Mas é uma boa opção para os fãs de filmes de ação e, por que não, para os fãs de super-herois…

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9 julho, 2010

Controle Absoluto

Controle Absoluto

Jerry (Shia LaBeouf) é um sujeito normal, que, apesar de não gostar muito do sistema, leva uma vida tranquila trabalhando numa loja de xerox (chamada “Copy Cabana”, gostei!). Rachel (Michelle Monaghan) também tem uma vida comum de mãe solteira, cuidando de seu filho. Até que ambos começam a receber telefonemas de uma mulher desconhecida, que usa toda a tecnologia em volta para controlar todos os seus atos, transformando-os em perigosos fugitivos.

Dirigido por D. J. Caruso – que um ano antes fez Paranóia com o mesmo LaBeouf – Controle Absoluto (Eagle Eye no original) é daqueles filmes com ação de tirar o fôlego. O filme é uma correria só!

O elenco é muito bom. Não só LaBeouf e Monaghan estão bem em seus papéis, como o filme ainda conta com coadjuvantes como Rosario Dawson, Billy Bob Thornton e Michael Chiklis.

O filme tem um problema: a ideia é absurda demais! Mesmo depois de sabermos quem está por trás de tudo, fica difícil de acreditar que tudo aquilo pode ser controlado daquele jeito. E também fica difícil de acreditar num plano tão mirabolante, afinal, se eles têm “controle absoluto” sobre tudo, não seria mais fácil fingir um acidente?

Se a gente aceitar os absurdos propostos aqui, é um excelente filme de ação.

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