RioFan 2012

RioFan 2012

Alvíssaras! O RioFan – Festival de Cinema Fantástico – está de volta!

Até onde sei, já tivemos duas edições. Em 2008, vi, dentre outros, o italiano O Bosque Maldito, o inglês The Zombie Diaries, e o paquistanês Estrada para o Inferno (Zibahkhana) (zumbis mutantes e uma família de assassinos sádicos!). Nada houve em 2009 e 2010. Em 2011 o festival voltou, com títulos como Aterrorizada, Balada do Amor e do Ódio, Srpski Film, Norwegian Ninja, Um Sussurro Nas Trevas e o sensacional A Noite do Chupacabras (divertidíssimo filme trash brasileiro!).

Agora em 2012, a programação tem uma boa e uma má notícia, pelo menos no meu ponto de vista.

A má notícia é a pequena quantidade de longas inéditos – só três! Por outro lado, a boa notícia é que os três longas inéditos são brasileiros. Quando tivemos a oportunidade de ver três filmes brasileiros fantásticos e independentes, todos inéditos, no mesmo festival?

Pretendo ver os três:

Porto dos Mortos

Em um mundo devastado, um policial vingativo (Rafael Tombini) persegue um serial killer, sem saber que ele está possuído por um demônio. Direção de Davi de Oliveira Pinheiro.

Pólvora Negra

Anos depois de ter sido quase morto, Castilho Paredes volta à sua cidade atraído por um contrato como matador. Marcado e esquecido, ele cai no meio de um jogo de manipulações em uma disputa familiar por uma herança. Direção de André Kapel.

Nervo Craniano Zero

Dando continuidade ao estilo iniciado em Morgue Story – Sangue, Baiacu e Quadrinhos, o diretor Paulo Biscaia Filho traz uma fábula noir que rende homenagens à estética dos filmes de horror dos anos 80. No elenco Leandro Daniel Colombo (que estava em Morgue Story), Guenia Lemos (do seriado Law and Order) e Uyara Torrente (vocalista d’A Banda Mais Bonita da Cidade).

Além dos três longas brasileiros inéditos, o festival conta com cinco longas antigos, todos parte do acervo do MAM: A magia dos fantasmas (La Féerie des fantasmes), de Marcel L’Herbier (França, 1975); Finis Hominis de José Mojica Marins (Brasil, 1970); Contos da lua vaga (Ugetsu Monogatari), de Kenji Misoguchi (Japão, 1953); O Inferno de Drácula (Chi o suu bara), de Michio Yamamoto (Japão, 1974); e O Jovem Frankenstein (The Young Frankenstein), de Mel Brooks (EUA, 1974). E além dos longas, são 48 curtas brasileiros e estrangeiros, dentre eles, a estreia nacional de O Duplo, de Juliana Rojas, exibido na Semana da Crítica do Festival de Cannes este ano.

O festival começa amanhã (9 de agosto) e vai até domingo (12), com sessões no Centro Cultural Justiça Federal e na Cinemateca do MAM, ambos no Centro do Rio de Janeiro.

Mais informações em http://riofan.wordpress.com

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