Dead Like Me: Life After Death

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Dead Like Me: Life After Death

A série Dead Like Me era uma série esquisita, um drama de humor negro, que passava na Sony há alguns anos atrás. George Lass, uma menina de 18 anos, morre, e é “recrutada” como ceifadora de almas. Seu novo trabalho é pegar almas de pessoas que estão prestes a morrer, e indicar “o caminho das luzes” para estas almas.

Acredito que justamente por ser uma série incomum, só teve duas temporadas. Mas posso dizer que a série era muito boa, acompanhei as duas temporadas!

E agora aparece nas locadoras um longa metragem com o “fim” da história. Boa a iniciativa. Mas um pouco tarde, não? Já se passaram uns 5 anos!

O filme segue a linha da série. Acompanhamos um grupo de ceifadores (“reapers”, no original) e suas missões. E ao mesmo tempo vemos a vida da família de George.

O elenco original da série está quase todo lá. O “quase” é um dos pontos fracos do filme. Mandy Patinkin, que fazia o mal-humorado “chefe” Rube, um dos personagens centrais da série, não está mais por perto. Pelo menos foi substituído em alto nível: Henry Ian Cusick, o Desmond de Lost, é o novo líder dos ceifadores, com um estilo totalmente diferente de seu antecessor.

Se por um lado Rube nem aparece, por outro lado a personagem “perua” Daisy está lá – mas com outra atriz. Sarah Winter pegou o papel que foi de Laura Harris no seriado. Mas, infelizmente, Sarah não tem nem o carisma nem a beleza de Laura… E olha que as duas interpretaram irmãs em uma das temporadas de 24 Horas!

(Outra curiosidade no elenco é Dolores Herbig, que fez um papel menor nesta série como a chefe do emprego “formal” de George. Anos depois, Dolores fez outro papel pequeno em outra série com o tema parecido, Reaper! E as duas séries tiveram só duas temporadas!)

O roteiro às vezes parece esquecer do que a série dizia – por exemplo, Rube sempre foi enfático quanto à seriedade do trabalho dos ceifadores, e esta seriedade vai embora com o novo chefe.  E, por falar nisso, Cusick está desperdiçado aqui. Seu personagem parece sem rumo. Gosto do ator, mas neste caso, senti falta do personagem antigo…

Mesmo assim, apesar de suas falhas, o filme serve para matar as saudades da série. O clima criado pelos realizadores é fantástico: estamos lidando com um assunto delicadíssimo – a morte – e mesmo assim, a série tem um ar leve. E o humor nunca é escrachado, é sempre sutil.

Bom filme. Mas a série orginal era melhor…

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Um pensamento sobre “Dead Like Me: Life After Death

  1. Prova Final « Blog do Heu 3 junho, 2010 às 8:19 am Reply

    […] de expressão. Laura Harris tem feito muita coisa para a tv ultimamente (24 Horas, Defying Gravity, Dead Like Me); e Shawn Hatosy é o único dos seis principais jovens que […]

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